Consulta especializada de cirurgia ortopédica.

Cirurgia ortopédica · Tunes

Cirurgia ortopédica

Quatro intervenções numa única página para compreender o que a cirurgia pode aliviar, a recuperação que exige e os limites a conhecer antes de decidir.

Informação geral. A indicação requer exame clínico, imagiologia adequada e avaliação por um cirurgião qualificado.

01 · Prótese do joelho

Substituir superfícies gastas e reconstruir o movimento.

A prótese total ou parcial substitui as superfícies articulares danificadas pela artrose. Procura sobretudo aliviar a dor e melhorar a marcha, sem prometer a sensação de um joelho perfeitamente normal.

A reabilitação condiciona o resultadoExtensão e flexão recuperam-se desde as primeiras semanas. A fisioterapia deve ser organizada antes da viagem e começar sem atraso no regresso.
01

Indicação

Dor incapacitante, limitação da marcha ou deformidade após falha de tratamento não cirúrgico bem conduzido. Uma radiografia isolada nunca decide a cirurgia.

02

Preparação e cuidados

Exame clínico, radiografias em pé, pesquisa de infeções, preparação muscular, prevenção de trombose e mobilização precoce.

Resultado e recuperação

O principal benefício é geralmente o alívio da dor artrósica. Marcha e autonomia melhoram durante meses; a flexão depende da mobilidade inicial e da reabilitação. O seguimento radiológico mantém-se por toda a vida.

Riscos e limites

Infeção da prótese, trombose ou embolia, rigidez, problemas de cicatrização, instabilidade, dor residual, desgaste ou descolamento, fratura à volta da prótese e possível revisão.

Perguntas frequentes

As perguntas mais comuns dos pacientes.

Frequentemente com dificuldade e, por vezes, não. É uma limitação comum mesmo quando a dor e a marcha melhoram.

02 · Hallux valgus

Corrigir uma deformidade dolorosa, não apenas a aparência.

O hallux valgus desvia progressivamente o dedo grande e altera o apoio do antepé. A cirurgia realinha os ossos quando a dor persiste apesar de calçado adequado e cuidados não cirúrgicos.

A decisão é guiada pela dorUm pé sem dor não deve ser operado por razões cosméticas. A recuperação é longa, o inchaço pode durar meses e nenhuma técnica garante o uso futuro de sapatos estreitos ou saltos altos.
01

Técnica

Uma ou mais osteotomias realinham os ossos e são fixadas com parafusos ou fios. A abordagem pode ser aberta, percutânea ou minimamente invasiva conforme a deformidade.

02

Recuperação

Marcha limitada com sapato pós-operatório, elevação, pensos rigorosos e regresso gradual a calçado normal, condução, trabalho e desporto.

Resultado e recuperação

O eixo muda de imediato, mas o conforto avalia-se após meses, quando o inchaço diminui e o osso consolida. Pode persistir rigidez ou ocorrer recidiva parcial.

Riscos e limites

Inchaço prolongado, rigidez, recidiva ou hipercorreção, dor por transferência de carga, atraso de consolidação, material incómodo, infeção, alterações sensitivas, trombose e síndrome de dor regional complexa.

Perguntas frequentes

As perguntas mais comuns dos pacientes.

Geralmente sim desde os primeiros dias, mas com um sapato especial e dentro dos limites indicados.

03 · Hérnia discal

Libertar o nervo quando a indicação clínica é clara.

A discectomia remove o fragmento de disco que comprime uma raiz nervosa. Alivia sobretudo a dor que desce pela perna ou braço; não cura necessariamente uma dor crónica nas costas.

A imagem isolada nunca bastaA maioria das hérnias melhora sem cirurgia. A operação só é justificada quando sintomas, exame neurológico e imagem coincidem, ou perante uma urgência neurológica.
01

Situações urgentes

Fraqueza progressiva, alterações urinárias ou intestinais, perda de sensibilidade perineal, dor incontrolável ou dor radicular persistente apesar de tratamento adequado.

02

Intervenção e recuperação

Sob anestesia geral, uma pequena incisão liberta a raiz com microscópio ou endoscópio. Levanta-se cedo e a atividade aumenta gradualmente.

Resultado e recuperação

A dor radicular melhora muitas vezes rapidamente. Sensibilidade e força recuperam mais devagar e podem ficar incompletas após compressão prolongada. A dor lombar pode persistir e a hérnia pode recidivar.

Riscos e limites

Recidiva, alívio incompleto, défice neurológico, fuga de líquido cefalorraquidiano, infeção, hematoma compressivo, trombose, fibrose em torno do nervo, instabilidade e riscos anestésicos.

Perguntas frequentes

As perguntas mais comuns dos pacientes.

Não. A maioria melhora sem cirurgia. Opera-se sobretudo em urgências ou perante sintomas persistentes apesar do tratamento.

04 · Síndrome do túnel cárpico

Libertar o nervo mediano antes de se instalar lesão grave.

Abrir o ligamento sobre o túnel reduz a pressão no nervo mediano. Os sintomas noturnos melhoram frequentemente depressa; sensibilidade e força demoram mais.

Confirmar primeiro o diagnósticoO formigueiro da mão pode vir do pescoço, diabetes ou outra neuropatia. O exame clínico e uma eletromiografia recente devem confirmar o diagnóstico.
01

Técnica

A libertação pode ser realizada por uma pequena incisão aberta ou por endoscopia, geralmente sob anestesia local ou regional.

02

Recuperação

Os dedos mexem-se de imediato. Tarefas leves regressam cedo, mas apoio na palma, força, condução e trabalho manual exigem mais tempo.

Resultado e recuperação

Os despertares noturnos desaparecem muitas vezes rapidamente. A sensibilidade melhora durante meses e a força ainda mais lentamente; uma compressão antiga pode deixar sequelas.

Riscos e limites

Persistência de sintomas, dor palmar, cicatriz sensível, fraqueza temporária, rara lesão nervosa, infeção, hematoma, rigidez, síndrome de dor regional complexa e recidiva.

Perguntas frequentes

As perguntas mais comuns dos pacientes.

Os sintomas noturnos melhoram muitas vezes muito depressa. A sensibilidade fina pode demorar vários meses.

O seu processo

Uma avaliação médica precisa antes de organizar o percurso.

A Punica Med coordena o percurso e a informação prática. Diagnóstico, indicação, técnica e prazos de viagem pertencem exclusivamente a profissionais qualificados.

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